Os cruzados considerava-se soldados de Cristo, distinguidos pela cruz. Neste modernos tempos de incerteza talvez seja altura de procurar novos cruzados, que embrenhados nos valores humanistas cristãos, venham a contribuir para um futuro melhor.
Há cerca de um mês Papa Francisco veio apelar a um maior envolvimento dos cristãos na política, de alguma forma revelando o seu entendimento de que a política hoje não segue os valores cristãos.
«Envolver-se na política é uma obrigação para um
cristão», vincou o Papa Francisco a 7 de Junho de 2013, referindo ainda que os cristãos não podem «fazer de Pilatos, lavar as
mãos»: «Devemos implicar-nos na política, porque a política é uma das
formas mais elevadas da caridade, visto que procura o bem comum»,
frisou.
«Os leigos cristãos devem trabalhar na política.
Dir-me-ão: não é fácil. Mas também não o é tornar-se padre. A política é
demasiado suja, mas é suja porque os cristãos não se implicaram com o
espírito evangélico. É fácil atirar culpas... mas eu, que faço?
Trabalhar para o bem comum é dever de cristão», apontou.

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